MEMÓRIAS TRISTES DE UM TEMPO MAIS ABUSIVO CONTRA CRIANÇAS?

Um idoso amigo, cheio de lembranças e de companheiros saudosos de pesca e de profissão liberal, ao ler o texto da última postagem do meu blog, deu um retorno sobre o que escrevi: "O INDÍGENA SALVA O NETO DO ABUSO SEXUAL"
A história do MAIO LARANJA, ou da MARGARIDA AMARELA, é uma campanha que combate o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. A iniciativa, instituída por lei em 2022, teve como objetivo ampliar as ações desenvolvidas, por ocasião de cada 18 de maio, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A Lei 15.035/2024, bem mais recente, surgiu de um projeto de lei da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), que prevê a criação do Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais.
Neste post, o fato a relatar adiante, a declaração do meu amigo, aconteceu justamente, em Corumbá, Mato Grosso, há 30 anos, em que miséria e pobreza extrema, ausência de educação sexual e a cultura patriarca, machista, com ausência de politicas pubicas, até então, expunham crianças e adolescentes à sobrevivência e à experiência de que seus corpos são um apelo para ganha-pão e de passageiras "facilidades" da vida, apesar de toda a gama dos perigos e violências que trazem marcas para toda a vida.
Passados estes anos de sensibilização, denúncias e palavras de ordem para promover um efetivo combate à cultura do silêncio sobre esta cruel realidade, podemos considerar que a CHILDHOOD foi uma das pioneiras para fomentar a cultura com ações de sensibilização sobre o flagelo do abuso sexual em defesa das crianças e adolescentes. A "Childhood Brasil" é a pioneira em estimular, promover e desenvolver soluções para prevenir e enfrentar o abuso e a exploração sexual.

Relato triste do meu Amigo:
"Estávamos indo para uma pescaria no Pantanal, navegando num barco restaurante, quando, passando em Colúmbia, resolvemos sair e sentar à beira do rio e, no silêncio da tarde, longe dos motores do barco, contemplar o pôr do sol. Entre a poesia alaranjada do fim da tarde e a realidade das ruas, meninas pobres, entre 12 e 14 anos, passavam pela nossa frente e, faceiramente, requebrando, levantavam a saia, como convite à troca do corpo por algum trocado, viagem como programa de sexo."
O juízo crítico deste meu amigo, com sua sensibilidade e amor à família, não se conteve em compaixão diante da cena, cuja memória, serviu-lhe de luta contra a miséria e o componente sexual das meninas como mercadoria.
O que dizer desta realidade no Amazonas?
Durante anos, testemunhamos o avanço das leis, as ações preventivas e as Campanhas: "CALAR É CONSENTIR, FALAR É PROTEGER", entre tantos outras, como a campanha da margarida em amarelo e laranja com a frase: "Faça bonito, proteja nossas crianças e adolescentes." Destaca-se o Instituto de Assistência à Criança e ao Adolescente Santo Antônio, com a sua residente e fundadora Amanda Cristina G. Ferreira.

Nessas eleições legislativas para a Câmara de Deputados do Amazonas, venho, outra vez, sugerir a ativista e candidata Delegada Joyce Coelho nessas próximas eleições da Assembleia do Amazonas. A delegada Joyce empenhou sua atuação competente na DEPCA, junto com o IACAS, e toda a Rede de Proteção, da SEJUS (Secretaria de Justiça). Destaca-se, atualmente, o atual Centro Integrado de Atendimento e seus parceiros, segundo declaração da Secretária Executiva Rosalina Lôbo.
Nota do Redator:
A candidata Joyce Coelho, n⁰ 55355, cujo testemunho, conjuntamente em uma rede ampla de proteção, tornou-se delegada da Infância em Manaus, e de polícia, em Manacapuru, Am, confere credibilidade com nosso apoio como eleitores nessas eleições do dia 04 de outubro de 2026.
Manaus, 03 de Outubro de 2026. Nelson Peixoto



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